Pós Graduado em Direito Sistémico pela Hellinger Schule / Faculdade Innovare (2018)
RESUMO:
A prática da advocacia à luz do Direito Sistêmico
Atualmente, temos observado que muitos advogados têm se sentido insatisfeitos com o seu trabalho e com a visão que a sociedade tem em relação ao seu papel de gestor de conflitos.
A rotina diária do profissional é estressante: tribunais que não conseguem dar conta das demandas que a cada dia surgem aos milhares e clientes que exigem uma resposta rápida a sua demanda. E o advogado, acreditando não poder atender satisfatoriamente aos casos, padece com constantes frustrações e enfermidades.
Neste mesmo contexto, por diversas vezes, fica evidente que uma sentença judicial não põe fim ao conflito, já que é comum o cliente retornar ao escritório para que sejam propostas novas demandas que possuem conexão com a contenda inicial, mesmo depois de ter o seu pedido inicial satisfeito.
Assim, um dos possíveis caminhos que pode ser adotado pelos advogados é adotar um olhar sistêmico perante o conflito, que possibilita o seu cliente a pôr um fim definitivo à demanda.
O advogado pode se valer do direito sistêmico que segundo a definição do seu criador, o juiz brasileiro Sami Storch, é a análise do Direito sob uma perspectiva baseada na abordagem de cunho filosófico de Bert Hellinger, que conduz os seus clientes a uma solução e que traz paz e equilíbrio para todo o sistema, seja familiar, organizacional ou qualquer outro sistema pelo qual pertencem. Nesse sentido, o direito sistêmico não é um novo ramo do direito, mas sim, abre um caminho para que o jurista possa ter um olhar sistêmico não somente para qualquer área do direito.
Faço, por conseguinte, um convite a todos para participarem da conferência “A prática da advocacia à luz do Direito Sistêmico”, em que trilharemos as possibilidades que estes profissionais do Direito têm de trabalhar para conduzir os seus clientes a novas possibilidades de solucionarem as suas questões neste campo.
BIOGRAFIA